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10/01/2020 – 16:35  —  Fonte: CFM

CFM CONVIDA MÉDICOS A PARTICIPAREM DE CONSULTA PÚBLICA


A ampliação do teste do pezinho para o diagnóstico da toxoplasmose congênita está em avaliação em consulta pública promovida pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). O Conselho Federal de Medicina (CFM) convida os médicos a participarem e apresentarem contribuições até o próximo dia 21 de janeiro.

 

 

Acesse aqui para acessar o formulário TÉCNICO-CIENTÍFICO

 

 

Acesse aqui para acessar o formulário de EXPERIÊNCIA OU OPINIÃO

 

 

 

Por demanda da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS), a Conitec analisou evidências científicas sobre o tema e concluiu, de forma inicial, que a inclusão da tecnologia poderá auxiliar a detecção da doença, mais precocemente, em crianças recém-nascidas. A partir dessa conclusão, cujos detalhes estão contidos em um relatório inicial, a Comissão aguarda contribuições da sociedade e de especialistas para apontas sua recomendação.

 

 

A doença - Na toxoplasmose congênita a infecção parasitária, pelo Toxoplasma gondii, ocorre durante a gestação, de mãe para filho. A doença, conhecida por seu importante impacto social no Brasil, tem alta prevalência e pode gerar graves sequelas e até mesmo a morte dos recém-nascidos infectados.

 

 

 

As manifestações e a gravidade da enfermidade variam conforme a idade gestacional da mulher e da forma de infecção pelo parasita. A maioria dos casos não é detectada no nascimento. Isso porque alguns dos sinais da doença não são rapidamente reconhecidos e também devido ao fato de que os sintomas mais graves podem vir a se manifestar em semanas, meses e até mesmo anos após o nascimento.

 

 

Entre as consequências mais comuns estão encefalite, convulsões, tamanho anormal do encéfalo (microcefalia, macrocefalia e hidrocefalia), icterícia, perda auditiva, deficiência visual, retardo de crescimento, entre outras.

 

 

O diagnóstico precoce pode evitar a progressão para quadros graves. Considerando que tanto gestantes como recém-nascidos infectados são comumente assintomáticos, é fundamental a realização de exames laboratoriais para essa identificação.

 

 

 

*Com informações da Conitec

Notícia adicionada por: Edson Braz
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