O CFM e os 530 mil médicos repudiam os excessos e abusos ocorridos na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia em relação aos depoentes e convidados, em especial médicos e médicas.
A classe defende que os trabalhos devem ser conduzidos com sobriedade para que o País tenha acesso às informações, dados e percepções que permitirão à CPI concluir seus trabalhos de modo efetivo.

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